O vereador Silvinho Leite (UNIÃO) teve participação ativa na audiência pública da Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara Municipal de São Paulo sobre a proposta orçamentária de 2027. Durante o encontro, o parlamentar questionou a destinação de recursos para programas sociais, pediu esclarecimentos sobre a quantidade de atendimentos financiados e cobrou informações detalhadas sobre os investimentos previstos para diferentes áreas.
Ao abordar o Programa Reencontro, Silvinho questionou o aumento dos recursos previstos e pediu dados sobre os resultados que esse investimento deverá proporcionar à população. “A pergunta, secretária, quantas vagas e atendimentos esse valor financia e qual o custo por pessoa acolhida?”, perguntou. O vereador também solicitou informações sobre os serviços de proteção à criança e os investimentos previstos para ampliar o trabalho do Consultório na Rua.
Outro ponto levantado por Silvinho foi a destinação de recursos para programas de segurança alimentar, como a Rede Cozinha Escola, a Rede Cozinha Cidadã, o Bom Prato Paulistano, o Banco de Alimentos e os Armazéns Solidários. O parlamentar questionou a ausência de dotações específicas para essas ações e destacou a dificuldade de acompanhar os gastos sem a discriminação dos valores.
“Eu gostaria de saber quais os valores específicos de cada ação e o que já foi atendido no ano 2026 e o que tá previsto para 2027”, cobrou. Durante a audiência, Silvinho também chamou a atenção para a ausência de uma apresentação específica sobre a pasta de Igualdade Racial, afirmando que a área ficou prejudicada na discussão. Ele informou que encaminharia os questionamentos por escrito para obter respostas detalhadas.
Além das questões orçamentárias, o vereador levou ao debate demandas relacionadas ao Jardim São Luís, região que acompanha de perto. Ao falar sobre dignidade e envelhecimento, solicitou prioridade na análise das reivindicações apresentadas e informações sobre as medidas previstas para atender a população local. A proposta orçamentária para 2027 prevê R$ 3,1 bilhões para a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, R$ 123 milhões para a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e R$ 855,3 milhões para a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania. A audiência fez parte da discussão sobre a distribuição dos recursos públicos destinados às políticas sociais da capital paulista.





